As vacinas contra a gripe utilizadas no Brasil terão uma nova composição em 2027. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), definiu as cepas do vírus influenza que deverão integrar os imunizantes destinados à próxima temporada de vacinação.
As novas formulações,
previstas para uso a partir de 1º de fevereiro, seguem as recomendações da Organização
Mundial da Saúde (OMS), e consideram as variantes do vírus em
circulação.
A mudança foi
estabelecida pela Instrução Normativa nº 475/2026, publicada na terça-feira 3.
A regulamentação
determina quais cepas deverão estar presentes nas vacinas comercializadas ou
utilizadas no país, com composições específicas de acordo com a tecnologia
empregada na fabricação.
A atualização ocorre
anualmente porque o vírus influenza passa por alterações genéticas que podem
modificar suas características e reduzir a correspondência com as cepas
utilizadas nas vacinas anteriores. Por isso, a OMS acompanha a circulação dos
diferentes subtipos do vírus e recomenda as formulações para as próximas
temporadas.
Para 2027, as vacinas
destinadas ao Hemisfério Sul deverão conter três componentes virais, sendo dois
do tipo influenza A, responsáveis pelos subtipos H1N1 e H3N2, e um do influenza
B, da linhagem Victoria.

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