O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) pediu ao Tribunal de Justiça do Estado a perda da graduação do 3º sargento reformado da Polícia Militar Wilson Pereira de Alencar, condenado a 31 anos e seis meses de prisão pela participação no assassinato do promotor de Justiça Manoel Alves Pessoa Neto.
O crime ocorreu em novembro de 1997, dentro do Fórum de Pau dos Ferros, no Alto Oeste potiguar.
Caso o pedido seja aceito, Wilson Pereira será excluído definitivamente dos quadros da Polícia Militar e deixará de receber os proventos da inatividade.
Para o MPRN, a manutenção do vínculo com a corporação e dos pagamentos a um militar condenado por homicídio é incompatível com os princípios da administração pública e com as normas éticas da instituição.
A representação apresentada pelo Ministério Público tem como base a condenação definitiva do sargento reformado.
O processo criminal transitou em julgado em 21 de outubro de 2025, quatro anos após o julgamento pelo Tribunal do Júri, realizado em 21 de outubro de 2021.



































