Uma motocicleta foi recolhida pela Operação Lei Seca após a fiscalização identificar que ela acumulava 164 multas em aberto — o que resultava em débito de R$ 46.181,67.
Além disso, o veículo não tinha licenciamento desde 2016. O condutor
também não possuía CNH e foi autuado por recusa em fazer o teste do etilômetro
(bafômetro).
Especialistas apontam que esse tipo de situação muitas vezes decorre da
lentidão no processo administrativo para suspensão de CNH — o que pode levar
até dez anos entre a infração e a efetiva penalização, conforme normas
regulamentadas pela Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
Quando isso ocorre, o condutor pode seguir circulando sem habilitação
mesmo acumulando multas graves.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que, no primeiro semestre de
2025, recuperou 294 veículos em rodovias federais do RN — com aumento em
relação a 2024.
Em agosto de 2025, a PRF realizou uma ação em uma oficina na zona Oeste
de Natal e apreendeu cinco motocicletas adulteradas.
Dois homens foram presos. Em novembro de 2025, em menos de uma hora de
fiscalização, dois condutores foram presos por conduzirem motocicletas com
sinais identificadores adulterados — um dos veículos era uma Honda/Fan 160 e o
outro uma Honda/Pop.

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