O Ministério da Saúde
informou "que os dados são preliminares e sujeitos a alterações e que a
vigilância das arboviroses – o que inclui as infecções causadas pelo vírus zika
– é de notificação compulsória, ou seja, todo caso suspeito e/ou confirmado deve
ser obrigatoriamente notificado aos serviços de saúde”.
No mês de abril, em meio
ao aumento de casos de dengue, zika e chikungunya no Brasil, as
arboviroses, o governo federal lançou uma campanha nacional de
combate às doenças, transmitidas por um mesmo vetor, a picada
do mosquito Aedes aegypti.
Na ocasião, o
Ministério da Saúde acionou o Centro de Operações de Emergências de
Arboviroses (COE) e foram realizadas ações de apoio nos 11 estados com maior
número de casos e mortes por dengue e chikungunya. Outra ação foi
investimento de R$ 84,3 milhões em compra de inseticida, larvicida,
distribuição de kits de diagnóstico e capacitação de profissionais de
saúde.
Em junho, o COE foi
desativado após ter sido constatada queda no risco de transmissão
das arboviroses em todos os estados. O número de casos notificados de
zika vírus caiu 87% entre abril e julho. "Essa queda se deve às ações
empenhadas no controle do vetor, às ações promovidas pelo Centro de Operações
de Emergência em Saúde, além de mudanças climáticas que implicam na circulação
viral da dengue e chikungunya. Diante disso, considerando o cenário atual, a
partir da Semana Epidemiológica (SE) 19, o COE Arboviroses foi
desativado. Ainda assim, o Ministério da Saúde vai continuar monitorando o
comportamento das arboviroses no Brasil ao longo de todo o ano",
informou a pasta na ocasião.


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