A chamada “dose de reforço” será aplicada em quem tomou a segunda dose
há cerca de seis meses. As pessoas começarão a receber a proteção adicional em
setembro.
Os integrantes da pasta não adiantaram a data. O intuito é fortalecer a
imunidade dessas faixas etárias diante do crescimento da circulação da variante
delta.
“Nos países onde a variante tem transmissão comunitária tem havido maior
problemas nos idosos e naqueles que não foram ainda vacinados. Vacinando os
idosos com este reforço teremos proteção adicional”, disse na entrevista o
ministro da Saúde.
As pessoas com dificuldades no sistema imunológico, denominadas “imunossuprimidas”, também serão convocados para a dose de reforço. Neste caso, a diferença entre a última dose e a de reforço será de 28 dias. Estão neste grupo, por exemplo, pessoas com HIV e transplantados.


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