Um grupo de 3 mil pescadores artesanais do Rio Grande
do Norte cobra o pagamento do seguro-defeso da lagosta, que deveria ter sido
iniciado em 5 de janeiro deste ano.
O acordo era de que o pagamento fosse feito em cinco
parcelas – de janeiro a maio. No entanto, segundo a categoria, até o momento
nenhum recurso foi depositado nas contas dos pescadores.
O seguro defeso é um benefício pago a pescadores
profissionais impossibilitados de desenvolver suas atividades durante o período
de reprodução das espécies, quando a pesca é proibida.
O defeso da lagosta começou em dezembro. Cumprindo o
isolamento social por causa da pandemia da Covid-19 e sem a possibilidade de
pescar em função do defeso, os pescadores artesanais dependem do seguro para
sobreviver.

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