A ação foi realizada
em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU) e cumpre mandados
expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no Distrito Federal, São Paulo,
Pernambuco e Paraíba.
As investigações
apuram um esquema nacional de descontos indevidos aplicados em aposentadorias e
pensões do INSS por meio de entidades associativas. Segundo os investigadores,
as fraudes ocorreram entre 2019 e 2024 e podem ter causado prejuízo estimado em
R$ 6,3 bilhões.
De acordo com a PF, o
dinheiro foi localizado dentro de sacolas armazenadas em uma mala na casa do
investigado. Durante a operação, também foram apreendidos dois veículos de
luxo.
Ainda segundo a
investigação, esta etapa da operação busca aprofundar a atuação de três núcleos
regionais suspeitos de participação no esquema.
Ao todo, foram
cumpridos 31 mandados de busca e apreensão, além de oito medidas cautelares de
monitoramento eletrônico e outras determinações judiciais, como bloqueio de
bens e valores.
Entre os alvos estão
associações e dirigentes suspeitos de envolvimento nas irregularidades. Em
Garanhuns, no Agreste pernambucano, as apurações se concentram em servidores e
ex-servidores do INSS.

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