A estimativa é da Associação dos Empreendedores de Leite (Empreleite),
que defende a ampliação de legislações municipais como caminho para facilitar a
regularização e fortalecer a cadeia produtiva.
Criada em 2022 com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas no estado, a associação reúne produtores que migraram para a
fabricação de queijos como alternativa à baixa rentabilidade do leite in
natura.
Segundo o presidente da entidade, Marinho de Sousa, a atividade pode
multiplicar em até cinco vezes o faturamento do pequeno produtor, especialmente
em regiões do semiárido, marcadas por baixa tecnificação e escassez de mão de
obra.
“A margem de lucro da venda do leite in natura é muito baixa e
simplesmente não se sustenta.
Mesmo em regiões com alta produção, como a Serra de Santana, manter os
custos elevados de produção, em função do preço pago pelo litro, acaba não
compensando e pode inviabilizar a atividade no longo prazo”, afirma.

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