Segundo a Dasa, o caso já foi comunicado ao Centro de Vigilância
Sanitária do Estado de São Paulo, e a amostra se encontra no Gisaid, o
repositório mundial de sequenciamento.
Segundo a epidemiologista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS),
Maria Van Kerkhove, a subvariante XBB.1.5 é a versão mais transmissível da
covid-19 identificada no mundo até agora.
A epidemiologista disse que a subvariante já foi identificada em 29
países e pode estar circulando em outros locais sem ter sido detectada.
“Esperamos mais ondas de infecção em todo o mundo, mas isso não precisa se
traduzir em mais ondas de morte porque nossas contramedidas continuam
funcionando.”
Especialistas brasileiros têm demonstrado preocupação com a chegada
dessa subvariante que, além de mais transmissível, parece também escapar
parcialmente das defesas, embora, até este momento, não haja indicação de que
provoque doença mais grave do que já é conhecido, até agora, das Ômicrons. Eles
recomendam que a população continue a usar máscaras de proteção e complete o
esquema vacinal contra a covid-19, que protege principalmente contra formas
graves da doença.
A Agência Brasil procurou o Ministério da Saúde e a Secretaria
Estadual da Saúde de São Paulo para obter mais informações sobre a
identificação deste caso em Indaiatuba, mas, até o momento, não obteve retorno.


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