Na sexta-feira, 31, o presidente Jair Bolsonaro editou medida provisória
que fixa em R$ 1.212. O valor é R$ 112 acima dos atuais R$ 1.100, mas, pelo
terceiro ano seguido, não representa ganho real para o bolso do brasileiro.
De acordo com as estimativas do governo, para cada aumento de R$ 1,00 no
salário mínimo, despesas com benefícios previdenciários, abono, seguro
desemprego e Benefícios de Prestação Continuada (BPC) aumentam em
aproximadamente R$ 364,8 milhões no ano de 2022.
Apesar da pressão política por um reajuste acima da inflação medida pelo
Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o governo não promoveu aumento
real do salário mínimo por causa do impacto que causaria nas contas públicas,
já que os benefícios da Previdência e também sociais estão atrelados ao valor.
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