Criado em 2009, o teste público de segurança das urnas disponibiliza
o hardware e o software da urna eletrônica para serem
escrutinados por especialistas, instituições acadêmicas e órgão públicos.
Neste ano, cada uma das 15 participações poderá contar com uma equipe de
até cinco pessoas.
Outra novidade é ampliação dos programas disponibilizados para
investigação, que agora incluem sistemas de apoio à auditoria de funcionamento
das urnas e outros softwares verificadores, além dos códigos da
própria urna.


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