Um total de 1.383
servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) trabalham até 22 de
março para desafogar a fila de pedidos para o Benefício de Prestação Continuada
(BPC).
O órgão iniciou, no
último dia 12, uma força-tarefa para acelerar as avaliações sociais, que
analisam se o cidadão se enquadra nos critérios para receber o benefício
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Pago a idosos a partir
de 65 anos, pessoas com deficiência e trabalhadores portuários avulsos, o BPC
equivale a um salário mínimo e tem como objetivo reduzir a pobreza na população
de menor renda.
Para ter direito ao benefício,
é necessário comprovar que a renda per capita (por pessoa) na família seja
menor que um quarto do salário mínimo, atualmente R$ 275 mensais por membro da
família.
A força-tarefa
envolverá servidores de todas as regionais do país e terá foco na análise das
condições sociais do segurado. Segundo o INSS, após o fim da ação emergencial,
parte dos servidores permanecerá com dedicação exclusiva à análise de processos
de benefícios assistenciais.

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