segunda-feira, 5 de agosto de 2019

RN integra quadro de quatro estados do Norte-Nordeste que registraram mortes coletivas

No início da última semana, quase 60 presos foram mortos no interior de uma penitenciária no estado do Pará, durante um confronto entre detentos integrantes de facções criminosas.

O caso reascendeu a discussão em torno de massacres registrados dentro do sistema prisional brasileiro, como o ocorrido no início do ano de 2017 em uma unidade carcerária do Rio Grande do Norte.

Passados cerca de dois anos e meio da morte de 26 detentos nas dependências do presídio de Alcaçuz, localizado na região da Grande Natal, surgiram novos desdobramentos sobre o fato. 

Em julho deste ano, a Polícia Civil do Estado realizou um mutirão para ouvir presos da penitenciária dentro da investigação sobre o massacre.

A informação é de que mais de 253 detentos foram ouvidos na ocasião. A estimativa é de que esse número chegue a 377. 

Em entrevista concedida na época dos depoimentos ao telejornal “Bom Dia RN”, da Intertv Cabugi, o delegado Marcus Vinícius, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), confirmou que o número de presos mortos no chamado “Massacre de Alcaçuz”, em 2017, ainda pode aumentar.



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