O presidente Michel
Temer pediu “trégua de uns dois ou três dias no máximo” aos caminhoneiros que
estão paralisando serviços, entrega de combustível e abastecimento de
supermercados em todo o País, por conta de uma greve pela redução dos preços do
óleo diesel.
Segundo o presidente, ele pediu que o apelo
fosse transmitido à categoria, na reunião que foi realizada no Palácio do
Planalto para discutir os problemas do setor.
Ao decidir falar,
Temer não sabia da resposta já dada pelos representantes do setor que, naquele
momento, já haviam rejeitado a suspensão do movimento como pedira o governo e
decidido pela continuidade da paralisação.

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