A
conselheira Daldice Maria Santana de Almeida, do Conselho Nacional de Justiça,
acatou liminar da Associação dos Magistrados do RN (AMARN), contra a decisão do
presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Cláudio Santos, de liberar R$
100 milhões economizados do T.J. para investimentos essenciais e urgentes em
Saúde e Segurança Pública.
O Tribunal
de Justiça vai acionar a Procuradoria-Geral do Estado, para que recorra ao
Supremo Tribunal Federal. Ao tomar
conhecimento da decisão, o desembargador Cláudio Santos, usou uma passagem bíblica,
para expressar sua indignação: “”Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem”.
Sem tomar
qualquer medida ou ato administrativo, o presidente do Tribunal de Justiça
manifestou a necessidade de disponibilizar recursos poupados pelo Judiciário,
ao longo dos anos, para atender à população necessitada, que, segundo ele,
contribui com seus impostos para a manutenção da máquina pública e é a
“verdadeira dona do dinheiro”.

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