A greve dos servidores do
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e dos ministérios da Saúde e do
Trabalho no Rio Grande do Norte completou 50 dias nesta terça-feira (25).
De acordo com o Sindicato dos
Trabalhadores Federais em Previdência, Saúde e Trabalho do Estado
(Sindprevs-RN), a paralisação tem adesão superior a 90%.
Durante o período de greve, só
estão sendo feitos os atendimentos classificados como emergenciais.
Ainda segundo o Sindicato, das
38 agências do INSS no Estado, 30 estão completamente fechadas e oito funcionam
parcialmente, estando essas nos municípios de Natal e de Mossoró.
Serviços como a concessão de
aposentadoria por tempo de contribuição e pedido de seguro desemprego não estão
sendo atendidos no momento.
Além do INSS, ligado ao
Ministério da Previdência Social, servidores de outras duas pastas federais
também deflagraram greve há 50 dias, em 7 de julho.
No Rio Grande do Norte, a
paralisação desses outros funcionários públicos representa a suspensão das atividades
da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Fundação Nacional de
Saúde (Funasa) e das Delegacias Regionais do Trabalho (DRTs), totalizando quase
4.000 trabalhadores.
O ponto de maior entrave
atualmente é o reajuste salarial de 27,5%, ainda não assumido pelos
interlocutores do Executivo. Como informa o Sindicato, a
proposta do Governo não representa nem mesmo as perdas inflacionárias da
categoria ao longo dos últimos anos.
Quem precisa dos serviços
suspensos do INSS deve contatar o telefone 135, canal de agendamento da
Previdência Social. Os atendimentos serão
retomados logo que a greve for finalizada.
No minuto


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