A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação ( Sinte) avalia que
cerca de 75% dos professores da rede pública estadual estão de braços cruzados
desde o dia 28 de janeiro quando iniciado o movimento grevista.
“De acordo com
nossa avaliação feita junto aos companheiros lotados nas regionais, a
tendência é de um amplo crescimento ao movimento” , afirmou a presidente do
Sinte, Fátima Cardoso.
Segundo ela ainda há que
se quantificar o nível de paralisação dos polos de João Câmara, São
Tomé e Canguaretama que não começaram suas atividades no mesmo período.
Sobre o corte do ponto determinado pelo Governo do Estado, a sindicalista
declarou que espera agora que seja declarada a ilegalidade da greve.
“ Estamos esperando que o governo faça isso para podermos irmos ao
tribunais para fazer com que eles cumpram o que foi acordado”.
Fátima Cardoso afirma
que se houver corte no ponto dos servidores não haverá reposição de aula.
“ E aí iremos entrar com um pedido de improbidade, pois
segundo a Constituição Federal, é responsabilidade do Estado prover
e criar meios para a educação. E eles não cumprindo com essa
prerrogativa”.
Por Moisés de Lima

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