O Tribunal de Contas da União (TCU) estima que o
Ministério da Educação (MEC) tenha economizado mais de R$ 325 milhões em 2013
com alterações legislativas e melhorias na gestão e nos instrumentos de controle
do Programa Universidade para Todos (ProUni) e do Fundo de Financiamento ao
Estudante de Ensino Superior (Fies).
A estimativa foi divulgada neste (2) no relatório de
monitoramento das auditorias feitas na execução dos programas.
Os programas são voltados para as instituições privadas. O ProUni concede bolsas integrais ou parciais a estudantes de baixa renda em instituições particulares de ensino superior e o Fies financia, a juros baixos e condições especiais, cursos para estudantes regularmente matriculados em universidades privadas.
Os programas são voltados para as instituições privadas. O ProUni concede bolsas integrais ou parciais a estudantes de baixa renda em instituições particulares de ensino superior e o Fies financia, a juros baixos e condições especiais, cursos para estudantes regularmente matriculados em universidades privadas.
O
relatório avalia as alterações feitas desde as auditorias de 2008 e de 2009,
nas quais foram constatadas diversas falhas.
O monitoramento constatou a implantação do Módulo de Supervisão de Bolsistas, que permitiu ao MEC identificar, analisar e excluir estudantes que não possuíam os critérios para participar do programa.
O monitoramento constatou a implantação do Módulo de Supervisão de Bolsistas, que permitiu ao MEC identificar, analisar e excluir estudantes que não possuíam os critérios para participar do programa.
Segundo o relatório, mais de 21 mil bolsistas
irregulares foram excluídos entre 2009 e 2012.
Somente em 2012, foram excluídos
15.581 alunos o que levou a uma economia estimada em R$ 25,3 milhões no
exercício de 2013.
Agência Brasil

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