O novo programa de renegociação de dívidas em estudo pelo Ministério da Fazenda tende a concentrar esforços nas modalidades com juros mais elevados do mercado, como o rotativo do cartão de crédito, o cheque especial e o crédito pessoal sem garantia.
A avaliação do governo e de representantes do sistema financeiro é de que essas linhas estão entre as principais responsáveis pelo alto nível de endividamento das famílias e pelo comprometimento crescente da renda com parcelas.
Em entrevista o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a proposta prevê descontos que podem chegar a 80% do valor devido.
Segundo ele, a
expectativa é de que o modelo esteja estruturado em cerca de dez dias. Será uma
nova versão do programa Desenrola Brasil, lançado no início do governo.

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