A Marinha do Brasil concluiu em 6 de junho uma série de exercícios aéreos no estande de tiro de Maxaranguape, no Litoral Norte do Rio Grande do Norte.
Durante 22 dias, o 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque
(EsqdVF-1) realizou lançamentos de bombas de exercício e disparos com metralhadoras
de 20 mm usando aeronaves AF-1 Skyhawk.
Os treinamentos incluíram voos de navegação a baixa altitude e ataques
simulados a alvos táticos, com objetivo de aprimorar a precisão dos pilotos em
cenários realistas.
As operações ocorreram tanto em terra quanto nas Águas Jurisdicionais
Brasileiras, com ênfase nas regiões do Atol das Rocas e Arquipélago de Fernando
de Noronha.
“O sucesso da campanha reafirma a versatilidade dos vetores de asa fixa
da Aviação Naval”, declarou o comandante do EsqdVF-1, o capitão de Fragata
Manoel Andrade Júnior.
Segundo ele, os exercícios contribuem para a proteção da chamada
Amazônia Azul – área marítima sob responsabilidade brasileira.
A campanha também testou procedimentos de interceptação de aeronaves
lentas, com participação de um helicóptero AH-15A do 2º Esquadrão de
Helicópteros atuando como alvo simulado. Esses treinamentos seguem protocolos
da OTAN para neutralização de ameaças assimétricas.

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