Segundo a categoria, o motivo para a paralisação é o descumprimento de um acordo, por parte do Governo do Estado, para reajuste do auxílio alimentação.
De acordo com assembleia do Sindicato dos Servidores da Administração
Indireta (Sinai), a greve começará em 17 de fevereiro (próxima segunda-feira).
Em 2024, os servidores assinaram um acordo com o governo prevendo que as
negociações sobre o reajuste do auxílio começariam em janeiro, o que não
aconteceu. Por causa da frustração de receitas, o governo afirma que só terá
como negociar o aumento do repasse em junho.
O Sinai diz que os trabalhadores ficaram ainda mais “indignados” após o
secretário estadual de Administração, Pedro Lopes, supostamente ter faltado a
uma reunião que teria com representantes do sindicato nesta terça-feira (11).
Por causa disso, a categoria chegou a ocupar o prédio da Secretaria.
Depois, a categoria foi recebida pelo secretário adjunto de
Administração, Carlos Cerveira, mas a reunião foi improdutiva.
“Carlos nos disse que o governo não irá mais centralizar as negociações
no secretário Pedro Lopes, e sim em cada gestor.
Mas o diretor do Detran já falou que não tem autonomia para decidir. A
verdade é que o governo quebrou parte do acordo”, afirma Alexandre Guedes,
coordenador de comunicação do Sinai.
Além de cobrar reajuste do auxílio alimentação, os servidores pedem
concurso público e o fim do processo de terceirização no Detran.
Portal 98FM

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