Nos demais Estados, os preços máximos ficaram acima dos R$ 6. Já o preço
mais baixo do diesel S10 foi registrado em Minas Gerais, de R$ 4,59.
Os dados fazem parte do levantamento semanal de preços da ANP, que
apurou um aumento médio de 10% para o combustível, na semana de 20 a 26 de
agosto. O preço médio ficou em R$ 6,05.
Além dos preços mais altos da Petrobras, o diesel russo que vinha
ajudando a abastecer o mercado com um valor menor do que do mercado
internacional, está mais escasso e, portanto, mais caro.
Os preços vêm sendo puxados pela alta do petróleo no mercado
internacional, que vem oscilando no patamar de US$ 80 o barril.
O preço máximo da gasolina também ultrapassou os R$ 7 nos
Estados do Acre, Amapá e São Paulo, sendo o maior valor encontrado nos postos
acrianos, a R$ 7,99 o litro. O preço mínimo chegou a R$ 4,69 e também foi
encontrado no estado de São Paulo, informou a ANP.
Na média, a gasolina subiu 4% nos postos pesquisados pela agência, para
R$ 5,88. O reajuste da Petrobras no combustível foi de 16,2% nas refinarias.
O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) teve queda de 0,2%, para R$
101,00 o botijão de 13 quilos (gás de cozinha). O último reajuste desse
combustível pela Petrobras foi uma queda de 3,9%, em 1º de julho.
A inflação medida pela prévia do Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA-15), divulgada nesta sexta-feira, 25, ainda não captou o aumento
dos combustíveis anunciado pela Petrobras, o que deverá ocorrer na divulgação
do índice cheio (IPCA), em setembro. Na medição do IPCA-15, a gasolina
contribuiu com 0,04 ponto porcentual para a alta de 0,28% do IPCA de agosto.


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