Essa imprecisão teria comprometido o planejamento e a operação do
sistema, algo que é feito diariamente com base nesses dados enviados por
empresas.
O ONS não especificou quais empresas e fontes —hidrelétricas, térmicas,
eólicas ou solares— teriam fornecido dados que não bateram e reafirmou que, por
causa da complexidade do evento, permanece aprofundando as análises.
Desde o apagão, no entanto, já alterou a operação, utilizando mais
hidrelétricas para dar mais estabilidade ao sistema.
Dados são a essência do bom funcionamento do setor elétrico. O
planejamento e a operação no dia a dia consideram as informações enviadas por
todos os agentes de geração, transmissão e distribuição, explicam os
especialistas na área.


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