As informações foram confirmadas hoje (16) pela Secretaria de Estado de
Saúde (SES). Segundo o órgão, a taxa de positividade dos testes diagnósticos
também subiu no mesmo período, com os de antígeno passando de 25% para 32% e os
exames de RT-PCR subindo de 18% para 30%.
Os atendimentos de casos de síndrome gripal nas Unidades de Pronto
Atendimento (UPAs) passaram de 573 para 693. O aumento foi de 21%. Já as
solicitações de leitos para tratamento da covid-19 passaram de 28 UTIs e 23
enfermarias para 37 UTIs e 46 enfermarias da semana 44 para a 45. A média de
atendimentos saltou de sete para 12 por dia.
Segundo a SES, a média de solicitações ainda está bem abaixo do
verificado nos momentos mais graves da pandemia no estado.
“Na última onda causada pela variante Ômicron em janeiro e fevereiro
deste ano, a média diária de solicitações de leitos chegou a 177, incluindo
enfermaria e UTI. E no pico da onda causada pela variante Gama, em março de
2021, essa média diária chegou a 422 solicitações”, informou a SES.
Segundo os dados do MonitoraCovid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fioruz),
a média móvel de sete dias para o registro de casos no estado do Rio de Janeiro
saltou de 650 no dia 7 de novembro para 2.658 no dia 11. Os óbitos não
acompanham a alta, com uma média móvel abaixo de quatro mortes por dia desde o
dia primeiro de novembro.


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