Segundo o delegado
Sylvio Rabello, superintendente da 3ª Superintendência Regional de Polícia
Civil, a polícia desconfia da participação da empresa de táxi aéreo no esquema
de tráfico. O G1 entrou em contato com a empresa, que declarou que
“não tem qualquer relação com a droga encontrada no interior de sua aeronave,
bem como não tinha ciência alguma de que transportava produtos ilícitos, sendo
tão vítima quanto a coletividade”.
Além da utilização da
aeronave no combate ao tráfico, a Polícia Civil solicitou que a aeronave não
fosse devolvida à empresa até o fim das investigações. assim, o avião foi
levado para o hangar do Governo da Paraíba no aeroporto Castro Pinto, em João
Pessoa.
De acordo com a
Justiça, só depois do fim das investigações será decidido se a aeronave será
disponibilizada para a polícia ou devolvida aos seus donos.
No dia 9 de dezembro,
quatro homens foram presos em flagrante com uma carga de 752 quilos de cocaína
transportada em um avião, armazenada dentro de caixas de papelão. A apreensão
aconteceu após denúncias sobre a chegada da droga pelo aeródromo de Catolé do
Rocha.


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