O ministro da
Educação, Rossieli Soares, disse que procedimentos de segurança do Exame
Nacional do Ensino Médio (Enem) terão que ser revistos caso o presidente eleito
Jair Bolsonaro queira ter acesso ao exame antes dele ser aplicado.
“Se o presidente
eleito vai ou não vai ver a prova, caberá a eles, a partir de 1º de janeiro,
entender qual o modelo de gestão [que adotarão]”.
“Nós entendemos,
inclusive por questão segurança das próprias autoridades, que cabe às equipes
do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
(Inep) fazerem a gestão da prova.
Na nossa gestão, eu
não olhei, e pelo que sei, outros ministros também não olharam. Falo de
ministros, não falo nem de presidentes, que também não olharam a prova”,
enfatizou Soares.
Mariana Tokarnia

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