O Ministério
Público Federal na Paraíba (MPF-PB) apontou um dos trechos da obra da
transposição do Rio São Francisco, o açude de Poções, como um açude de alto
risco, de acordo com classificação da Agência Nacional das Águas (ANA).
Em reunião, o
MPF verificou que o prazo de término da obra, 28 de fevereiro, é pequeno, já
que sequer “o rasgo no açude de Poções, capaz de fazer com que a água flua com
mais rapidez no leito do Rio Paraíba até Boqueirão, foi iniciado”.
“O que
queremos é entender como uma obra dessa [Poções], de tamanha importância e alto
custo, estará pronta daqui a um mês, já que sequer foi iniciada e a empresa
ainda nem assinou o contrato.
Queremos ter
o melhor dela [transposição], com a menor quantidade de danos possível”,
declarou a procuradora do MPF.
Durante a
reunião com o MPF, o relatório do Tribunal de Contas sobre a obra da
transposição foi apresentada para empresas e órgãos responsáveis pela ação.
O objetivo
do encontro foi analisar a necessidade de adotar medidas preventivas em relação
aos aspectos de infraestrutura e segurança do trabalho, além de riscos
ambientais e de saúde pública.

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