De
acordo com o Infopen, Paraná, Ceará e Pernambuco são os Estados com a maior
proporção de presos realizando atividade educacional – 22%, 20% e 20%, respectivamente. Já
o Rio de Janeiro (1%), Rio Grande do Norte (2%) e Amapá (2%) apresentam a menor
proporção de presos que se dedicam a atividades educacionais.
“Segundo
a Lei de Execução Penal, é dever do Estado fornecer à pessoa privada de
liberdade assistência educacional, com o objetivo de prevenir o crime e
orientar o retorno à convivência em sociedade”, destaca o documento apresentado
pelo governo. Conforme previsto na lei, a assistência educacional compreenderá
instrução escolar e formação profissional.
Na
avaliação do diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen),
Renato Campos de Vitto, a área de educação representa um “desafio muito grande”
dentro do sistema prisional.
“Tem
uma série de dificuldades operacionais de deslocamento interno do preso, da
vontade política de investir em política de reintegração. Dá
trabalho equipar uma sala de aula e colocar essas pessoas em atividades
educacionais. É alarmante (o cenário)”, reconheceu o diretor-geral.

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