O horário de verão
deste ano começa no próximo domingo (20) deve gerar uma economia de R$
4,6 bilhões de acordo com estimativas anunciadas nesta quarta-feira (16) pelo
secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner.
No horário de pico, entre as 18h e as 21h, a
redução na demanda será 2.065 megawatts (MW) no sistema das regiões
Sudeste/Centro-Oeste.
Na Região Sul, a
redução será 630 MW. Nos dois sistemas, que abrangem as três regiões, a redução
da demanda nos horários de pico ficará entre 4,5% e 5%, enquanto a redução de
consumo geral do sistema será em média 0,5%.
O horário de verão – que terá início à zero
hora do próximo domingo (20) e terminará à zero hora do dia 16 de fevereiro –
será adotado no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Paraná, em São Paulo,
no Rio de Janeiro, no Espírito Santo, em Minas Gerais, em Goiás, em Mato
Grosso, em Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
Segundo Grüdtner, a medida possibilita melhor
aproveitamento da luz solar. ”Com isso, evita-se investimento em geração e
transmissão, [custo] que iria para a tarifa, e o acionamento de usinas térmicas
para suprir o consumo de energia”, disse o secretário. "Não é o governo
que economiza [com o horário de verão].
É a sociedade. Em
termos de geração evitada, serão cerca de R$ 400 milhões [a serem
economizados]; e em termos de investimentos, R$ 4,6 bilhões.”
Marília Rocha

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