quinta-feira, 14 de março de 2013

Sinte volta a criticar gestão da governadora Rosalba Ciarlini


O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte (Sinte/RN) voltou a reunir a categoria de professores e funcionários da educação estadual em um momento considerado como “parada de advertência” contra o Governo do Estado.
“Governadora, não leve a categoria à greve. Negociação já!”, dizia a frase exposta durante ato político realizado na manhã desta quinta-feira, na Praça Gentil Ferreira, no Alecrim.
A pauta de reivindicações do sindicato foi entregue à chefe de gabinete do Gabinete Civil, Elisângela Janine Silva, no último dia 4 deste mês.
Manifestantes colocaram a realidade das escolas em discussão, pontuando situações incapazes de sustentar a educação de qualidade. 
Os filhos dos gestores não estudam em escola pública, por isso eles não sabem da realidade”, disse Sérgio Ricardo, um dos sindicalistas que falaram à população que trafegava pelo bairro do Alecrim.
As críticas apresentadas foram de encontro com a campanha que vem sendo veiculada na imprensa, a qual demonstra o trabalho desenvolvido pelo governo e pela Secretaria de Estado da Educação.
O diretor de Organização do Sinte, Francisco de Assis Silva, disse que o Governo do Estado não concedeu reajuste salarial à categoria. Segundo ele, os 76% que o governo apresenta como reajuste nos últimos anos nada mais é do que a “correção do Piso Salarial Nacional”. “Ou seja, não houve reajuste.
Se o governo tivesse apresentado um salário maior que o Piso, até poderia alegar o reajuste. Mas eles apenas corrigiram”, afirmou.
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Educação realizará uma paralisação em todo o Brasil, prevista para acontecer entre os dias 23 e 25 de abril.
No estado, o Sinte realizará uma assembléia no dia 26 de março, onde serão definidos os rumos do movimento no RN.  “Vamos avaliar o quadro geral do estado e aquilo que o governo está apresentando na mídia – mas que não apresentou oficialmente à categoria – e, assim, ponderar como será a repercussão da paralisação nacional no estado”.
Portal JH

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