Pessoas que cumprem pena
de privação de liberdade e as que já deixaram a prisão terão acesso, a partir
de agora, a cursos gratuitos de capacitação profissional por meio do (Pronatec).
Um acordo assinado entre
os ministérios da Justiça e da Educação prevê a oferta de 90 mil vagas até 2014
em cursos de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional.
Em 2013 serão ofertadas 35 mil vagas com a possibilidade de chegar a 42 mil. Inicialmente, a prioridade será para quem está no regime semiaberto.
Em 2013 serão ofertadas 35 mil vagas com a possibilidade de chegar a 42 mil. Inicialmente, a prioridade será para quem está no regime semiaberto.
Esses alunos serão integrados a turmas formadas
também por quem não cumpre pena de restrição de liberdade. Atualmente há no
país 75 mil pessoas no regime semiaberto.
A iniciativa será
estendida a quem cumpre pena nos regimes fechado e a quem está em prisões
provisórias, além dos que já cumpriram as penas previstas. A cada 12 horas de
estudo, será abatido um dia da pena.
Os cursos serão ofertados pelas escolas técnicas e pelos institutos federais, secretarias estaduais parceiras do Pronatec e entidades do Sistema S, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
Os cursos serão ofertados pelas escolas técnicas e pelos institutos federais, secretarias estaduais parceiras do Pronatec e entidades do Sistema S, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
Todos os estados terão cursos disponíveis e será levado em conta o
perfil de atividade econômica local. A estimativa é que a iniciativa custará R$
180 milhões.
Dados apresentados pelos ministros apontam que a população carcerária brasileira soma cerca de 500 mil pessoas. Desse total, 10% estão estudando na alfabetização e nos ensinos fundamental e médio.
Dados apresentados pelos ministros apontam que a população carcerária brasileira soma cerca de 500 mil pessoas. Desse total, 10% estão estudando na alfabetização e nos ensinos fundamental e médio.
Os dados
apontam que 63% não têm o ensino fundamental completo e apenas 7% concluíram o
ensino médio.
Agência Brasil
Agência Brasil

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