Mais precisamente, na próxima semana.
A informação foi divulgada nesta terça-feira (15) pelo jornal “O Estado de São Paulo” e, segundo a apuração, que não cita qualquer fonte oficial, a gasolina deve subir 7% e o óleo diesel entre 4% e 5%.
Oficialmente, o governo não confirmou a decisão de elevar os valores na próxima semana.
Arno Augustin, secretário do Tesouro Nacional que ocupa interinamente a
vaga de Guido Mantega no Ministério da Fazenda, disse que desconhece qualquer
anúncio sobre aumento nos preços da gasolina.
De acordo com a reportagem, a decisão sobre o reajuste, inclusive, já está tomada no Ministério da Fazenda, com o aval do Palácio do Planalto. No entanto, para que o aumento nos postos tenha validade, é necessário o aval do ministro Guido Mantega.
De acordo com a reportagem, a decisão sobre o reajuste, inclusive, já está tomada no Ministério da Fazenda, com o aval do Palácio do Planalto. No entanto, para que o aumento nos postos tenha validade, é necessário o aval do ministro Guido Mantega.
O titular da pasta deve decidir o reajuste e as medidas para
aliviar o repasse ao consumidor já na próxima semana.
Dentre as medidas analisadas pelo governo, existe a possibilidade de aumentar a quantidade de etanol na gasolina. Neste caso, o percentual passaria a 25% e também deve ser anunciado junto com o reajuste, segundo a reportagem.
Dentre as medidas analisadas pelo governo, existe a possibilidade de aumentar a quantidade de etanol na gasolina. Neste caso, o percentual passaria a 25% e também deve ser anunciado junto com o reajuste, segundo a reportagem.
O aumento na composição da gasolina, no entanto, só
deve entrar em vigor quando a colheita de cana-de-açúcar atingir o seu pico, o
que deve ocorrer no mês de junho. A meta do governo com tais medidas é evitar
uma piora nos índices de inflação.
Vale destacar que no ano passado, antes do reajuste de 7,8% nas refinarias que não foi repassado às bombas (o governo zerou a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), Graça Foster, presidente da Petrobras, afirmou que o valor do combustível estava defasado em 15%. Agora, na iminência do aumento nos postos, a redução de outros tributos, como PIS/Cofins, poderá aliviar o impacto no bolso dos consumidores.
Vale destacar que no ano passado, antes do reajuste de 7,8% nas refinarias que não foi repassado às bombas (o governo zerou a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), Graça Foster, presidente da Petrobras, afirmou que o valor do combustível estava defasado em 15%. Agora, na iminência do aumento nos postos, a redução de outros tributos, como PIS/Cofins, poderá aliviar o impacto no bolso dos consumidores.

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