O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a
prorrogação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para
automóveis até o final deste ano visa a manter as vendas e investimentos no
setor. Além disso, a medida também garante inflação baixa e mais empregos.
Ele
destacou que esta “provavelmente” será a última prorrogação da redução do
tributo.
O anúncio da prorrogação foi feito mais cedo pela presidenta Dilma Rousseff no Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo.
O anúncio da prorrogação foi feito mais cedo pela presidenta Dilma Rousseff no Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo.
O benefício estava previsto
para terminar no dia 31 de outubro.
A primeira redução do IPI foi anunciada em maio
deste ano. Em agosto, quando a aplicação da taxa menor do imposto terminaria, o
titular da pasta anunciou a extensão do benefício por mais dois meses.
Para Mantega, os preços menores dos veículos automotivos contribuem para diminuir a inflação.
Queremos que os preços continuem baixos.
Sempre que pudermos contribuir para baixar a
inflação, nós estaremos contribuindo”, comentou.
A extensão do IPI menor significa renúncia fiscal de cerca de R$ 800 milhões nos próximos dois meses.
A extensão do IPI menor significa renúncia fiscal de cerca de R$ 800 milhões nos próximos dois meses.
Para Mantega, a quantia que deixará de ser arrecada
não preocupa. “Não preocupa a arrecadação porque se deixa de arrecadar o IPI,
mas, em compensação, se aumenta [a arrecadação do] PIS, Cofins e o ICMS para os
estados, o que é importante, porque o [resultado] fiscal é feito pelos estados
também”, explicou.
O ministro disse que não quer ver no Brasil o mesmo que ocorreu em outros países, como Alemanha e França, que anunciaram o fechamento de fábricas. Para Mantega é importante que o Brasil cresça indiferente à crise que afeta outras economias.
O ministro disse que não quer ver no Brasil o mesmo que ocorreu em outros países, como Alemanha e França, que anunciaram o fechamento de fábricas. Para Mantega é importante que o Brasil cresça indiferente à crise que afeta outras economias.

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