Dívidas antigas com precatórios e previdência comprometem financeiramente os municípios do Rio Grande do Norte, segundo o presidente da Federação dos Municípios do RN (Femurn) e ex-prefeito de São Tomé, Babá Pereira.
Ele cita que, antes da EC 136, municípios como Severiano
Melo pagavam R$ 350 mil mensais em precatórios, quase 15% da receita
corrente líquida, que era de cerca de R$ 30 milhões.
Com a promulgação da emenda constitucional, o pagamento passará a no
máximo 1% da receita, cerca de R$ 30 mil.
“Com isso, o município vai ter um alívio financeiro de R$ 300 mil para
poder investir em educação, saúde, enfim, assistência social, no que o
município achar interessante”, pontuou Babá.

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