O texto da MP introduz um teto para a Conta de Desenvolvimento
Energético (CDE) e substitui a contratação de termelétricas por pequenas
centrais hidrelétricas (PCH).
Publicada em edição extraordinária do Diário Oficial da
União, a MP reorganizará os subsídios ao setor elétrico, principalmente os
concedidos por meio da CDE, fundo que financia políticas públicas do setor
elétrico.
Entre as políticas financiadas pela CDE, estão a tarifa social para
baixa renda, a universalização do acesso à energia e compensações a
distribuidoras em áreas com geração mais cara.
Com a derrubada dos vetos, o custo da CDE, atualmente pago pelos
consumidores, terá um aumento exponencial nos próximos anos.
A MP fixa um teto para o orçamento da CDE a partir de 2026. Se o limite
for estourado, o excedente será pago por quem é diretamente beneficiado pelo
subsídio, como distribuidoras, geradoras e comercializadoras. Essas
empresas recebem diretamente os subsídios.


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