Um ano depois da fuga de dois detentos, a penitenciária federal de Mossoró (RN) tem, em média, seis agentes de execução penal para cada preso.
Em 14 de fevereiro de 2024, quando Rogério da Silva Mendonça, de 35
anos, e Deibson Cabral Nascimento, de 33, escaparam do local, o índice era de
quatro profissionais por detento, como mostrou o R7.
O episódio foi a primeira fuga do sistema penitenciário federal, que
existe desde 2006.
A unidade de Mossoró tem 45 presos, o menor números entre as prisões de
segurança máxima do país.
À época da fuga, eram 68 internos, e o número só era inferior ao da
unidade de Brasília, que tinha 46. Atualmente, a prisão da capital federal
abriga 53 detentos.
Em fevereiro do ano passado, a penitenciária de Mossoró tinha 249
agentes de execução penal; agora, são 262.
Os dados, que são do Painel Estatístico de Pessoal do governo federal e
da Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais), foram coletados e
cruzados pela reportagem.
O Brasil têm cinco presídios federais, prisões consideradas de segurança
máxima — além de Mossoró, há unidades em Brasília (DF), Catanduvas (PR), Campo
Grande (MS) e Porto Velho (RO).

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