Em nota divulgada nesta segunda-feira (29), o Singás afirmou que foi
informado pelas distribuidoras que o Conselho Nacional de Política Fazendária
decidiu elevar o ICMS do GLP. O reajuste passará a valer a partir da próxima
quinta-feira (1º).
O presidente do Singás afirmou que o comunicado foi repassado ao setor
de contabilidade para destrinchar o impacto. Ele adiantou à reportagem da
TRIBUNA DO NORTE que o aumento do imposto deve significar um acréscimo de R$ 2
a R$ 3 no valor do produto.
Junto a isso, a retomada da cobrança de impostos federais sobre o óleo
diesel gerou aumento de custos na cadeia logística. A alíquota de PIS/Cofins
passou a ser de R$ 0,35 por litro, o que representa um aumento de tributo de R$
0,22.
O presidente do Singás informou que o GLP revendido no Rio Grande do
Norte é comprado em Fortaleza, no Ceará, e no Porto de Suape, em Pernambuco.
O terceiro fator para o aumento do preço do gás de cozinha, segundo o
Singás, é o reajuste do salário mínimo que passará a ser pago aos trabalhadores
do setor.
“Somando os três aumentos de custos, o preço do gás de cozinha deve
subir de R$ 4 a R$ 5, mais ou menos. Como recebemos o comunicado do reajuste do
Confaz hoje, estamos com a nossa equipe de contabilidade trabalhando para ver
isso”, disse o presidente Francisco Correia.
Segundo o sindicato, o preço médio do botijão de gás de cozinha vendido
hoje no Rio Grande do Norte é de R$ 100.


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