Após uma semana de buscas, ainda não foi encontrado o helicóptero que desapareceu no último dia 31 de dezembro no litoral norte de São Paulo. A aeronave deixou a capital paulista no último dia do ano rumo a Ilhabela. No entanto, não conseguiu chegar ao seu local de destino.
Além do piloto Cassiano Tete Teodoro, estavam no helicóptero Luciana
Rodzewics, de 45 anos; a filha dela, Letícia Ayumi Rodzewics Sakumoto, de 20
anos; e Rafael Torres, um amigo da família que fez o convite para o passeio. O
último contato com a torre de controle foi às 15h10 do último domingo (31),
quando sobrevoava Caraguatatuba.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública de São Paulo informou que a
Polícia Militar já fez 35 horas de voo em duas aeronaves designadas para apoiar
as buscas. A Polícia Civil utiliza drones para auxiliar nos trabalhos.
As tentativas de localização do helicóptero são coordenadas pela
Força Aérea Brasileira (FAB), que usa uma aeronave SC-105 Amazonas. O
avião é equipado com um radar capaz de procurar sobre terra ou mar, com alcance
de até 360 quilômetros.
Um sistema de comunicação via satélite também permite o contato com
outras aeronaves ou centros de coordenação de salvamento, mesmo em voos a baixa
altura. Essa aeronave conta ainda com um sistema eletro-óptico de busca por
imagem e por espectro infravermelho, que permite detectar, por exemplo, uma
aeronave encoberta pela vegetação.

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