Conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e
Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas, no período a média dos postos
pesquisados no País o etanol tinha paridade de 61,29% ante a gasolina, portanto
favorável em comparação com o derivado do petróleo.
A paridade estava em 67,99% em Alagoas, 61,08% em Goiás; 55,32% em Mato
Grosso; 61,47% em Mato Grosso do Sul; 62,32% em Minas Gerais; 68,49% na
Paraíba; 64,59% no Paraná; 69,82% no Rio de Janeiro e 60,00% em São Paulo. No
Distrito Federal, estava em 65 19%.
Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.


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