O pedido da medida de urgência feita ao STF, no dia
18 de dezembro, é de autoria do Partido Social Democrático (PSD),
que argumentou que a decisão do TJ-RJ teria anulado o termo de ajustamento de
conduta estabelecido entre o Ministério Público do RJ (MP-RJ) e a CBF e
determinado o afastamento de dirigentes e a nomeação de um interventor alheio
às atribuições da CBF. Segundo o PSD, a decisão judicial também coloca em
“risco concreto a organização do futebol no país e toda a sua cadeia
econômica”.
No entanto, o ministro André Mendonça justificou a sua decisão afirmando
que o “processo transcorreu - por mais de seis anos - sem a vigência de
qualquer medida de urgência” e que agora não vê caracterizada a presença dos
requisitos capazes de justificar a concessão de uma liminar.
Além disso, o magistrado solicitou mais informações ao TJ-RJ, no prazo
de dez dias, e pede a manifestação tanto do Advogado-Geral da União como do
Procurador-Geral da República sobre o caso.


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