O último trabalho de Zago consistiu em treinar o Coritiba até 27 de
junho. Foram oito derrotas, quatro empates e um duro discurso contra uma eventual
falta de opções no elenco, o que deu força à demissão.
Por outro lado, virou um dos quatro nomes no alvo da seleção boliviana,
depois de Gustavo Costas ser demitido no último dia 24. A preferência diz
respeito, principalmente, à passagem de Zago pelo futebol boliviano no comando
do Bolívar. Anunciado no meio de 2021, ele ficou até a reta final de 2022. Isso
depois de levantar taça e ajudar o time chegar à Libertadores.
No decorrer da semana passada, foram frequentes na imprensa boliviana as
palavras de Júlio César Baldivieso, atleta da seleção na Copa de 1994,
ex-treinador e novo diretor da FBF. Assim como Zago, ele enfatizava a
necessidade de ajustar detalhes no iminente acordo e a procura da Bolívia por
um técnico que acompanhasse as categorias de base.
Acerca das metas maiores, a Bolívia perdeu os quatro jogos que fez pelas
Eliminatórias. Na estreia, em Belém, foi goleada pelo Brasil por 5 a 1. Também
em conversas com a imprensa boliviana, ainda antes do acerto, o técnico
brasileiro falou sobre acreditar em reverter o começo ruim e da identidade dele
com o país.
A Copa de 1994 – em que esteve Baldivieso – foi a última da Bolívia. Nas
Eliminatórias, em 1993, os bolivianos fizeram 2 a 0 no Brasil, naquela que
representou a primeira derrota brasileira em jogos pelas Eliminatórias da
América do Sul.
Globo Esporte


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