O equipamento utilizado no litoral potiguar é um aprimoramento da
tecnologia inédita no Brasil, desenvolvido pelo seu Centro de Pesquisas e
Desenvolvimento (Cenpes). Para uso da tecnologia, o investimento é de
R$11,3 milhões por meio do incentivo em Pesquisa e Desenvolvimento
(P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Modelo flutuante de Lidar (Light Detection And Ranging), a Bravo foi
desenvolvida pela primeira vez com tecnologia nacional. O aparelho é um
sensor óptico que utiliza feixes de laser para medir a velocidade e direção do
vento, gerando dados compatíveis ao ambiente de operação das turbinas eólicas,
com o objetivo de produzir dados essenciais para determinar o potencial de uma
área para a produção de energia eólica.


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