O anúncio oficial foi feito pelo ex-meia-armador durante entrevista ao
podcast “Flow Sport Club”.
"Há muito tempo, eu estava angustiado com a situação do meu clube
de coração, que é o Vasco. Eu ia fazer os jogos lá, e a torcida falava: ‘Vem
pro Vasco’. E o Vasco mexe muito comigo, porque eu cheguei lá com seis anos e
sai com 24 anos. Minha relação com o clube é de muito amor", ressaltou.
“Meu ciclo foi interrompido por alguns processos, principalmente pelas
lesões”, disse Pedrinho.
"Quando surgiu a oportunidade de me candidatar à presidência do
Vasco, foram alguns motivos (para eu aceitar). Primeiro, poder retribuir o que
o Vasco fez por mim.
E isso já estava me deixando angustiado, porque eu fiquei de fora do
Mundial contra o Corinthians, por causa de lesão. Perdi o jogo contra o Real
Madrid, quando estava voando. Então, eu me sinto na obrigação de me relacionar
com o Vasco novamente", completou o ex-jogador.
Idolatria
no clube
Pedrinho é um dos maiores ídolos da história do Vasco e carrega enorme
identificação com a torcida cruzmaltina. Revelado pelo clube carioca em 1995,
ele somou 218 jogos e 47 gols marcados em três passagens. Além disso,
conquistou a Copa Libertadores (1998), o Campeonato Brasileiro (1998 e 2000) e
a Copa Mercosul (2000).
Desde que se aposentou, em 2013, Pedrinho nunca chegou a exercer um
cargo de dirigente em um clube. Além de atuar como jogador, o ex-meia esteve à
beira do campo pelo Cruzeiro em 2016, como auxiliar técnico de Deivid. Porém,
foi demitido em seis meses.
Mais recentemente, ele trabalhou como comentarista dos Canais Globo,
entre agosto de 2019 e setembro de 2023.
Com informações da CNN.
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