Na ação, Bolsonaro é acusado de abuso de poder político e uso indevido
dos meios de comunicação. Após a realização da reunião do presidente com
embaixadores, o PDT entrou com uma ação de investigação no TSE.
Em seguida, de forma liminar, o tribunal determinou a retirada das
imagens do encontro das redes sociais e da transmissão oficial do evento por
entender que houve divulgação de fatos inverídicos ou descontextualizados sobre
o sistema de votação.
Em parecer enviado ao TSE, a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) defendeu
a condenação de Bolsonaro. Para o órgão, Bolsonaro divulgou aos embaixadores
informações inverídicas sobre o sistema de votação.
Durante a tramitação da ação, a defesa de Bolsonaro defendeu que o caso
não poderia ser julgado pela Justiça Eleitoral. No entendimento dos advogados,
o evento com os embaixadores foi realizado em 18 de julho, quando Bolsonaro não
era candidato oficial às eleições de 2022 e o nome dele ainda não tinha sido
aprovado em convenção partidária.


Nenhum comentário:
Postar um comentário