O cálculo é da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de
Combustíveis), que junto com a Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio
de Combustíveis e de Lubrificantes) e o ILCL (Instituto Combustível Legal),
afirma que a volta da cobrança integral de impostos federais sobre esses
combustíveis passa a ser feita a partir desta quinta-feira (29), já que a Medida
Provisória que determinava o aumento somente em 1º de julho não foi votada.
Em março, a reoneração aconteceu de forma parcial. Agora, a parcela
restante voltará a incidir. O Ministério da Fazenda não respondeu ao
questionamento da reportagem sobre a data da volta da reoneração.
A medida foi planejada pelo governo Lula como uma forma de diminuir o
impacto nos postos. A desoneração foi implementada pela administração passada,
de Jair Bolsonaro.


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