Em algumas regiões do país, o volume de processos em atraso é superior a 40%. Nos tribunais de Justiça da Bahia, Ceará e Minas Gerais, por exemplo, cerca de 50% dos pedidos de medidas protetivas ficam sem respostas até o prazo limite.
Segundo a pesquisa, entre janeiro de 2020 e maio de 2022, o Brasil
registrou 572.159 medidas protetivas de urgência concedidas para mulheres em
situação de violência doméstica.

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