A pesquisa nacional é realizada a cada 10 anos e, com base nesse
cronograma, deveria ter sido feita em 2020. O Censo foi adiado inicialmente em
razão da pandemia de Covid-19. Mas em 2021 sofreu novo adiamento, por falta de
orçamento. Após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), o governo
federal liberou os R$ 2,3 bilhões necessários para a realização da operação
censitária.
A população brasileira é estimada atualmente em cerca de 215 milhões de
pessoas. Além saber exatamente qual o tamanho da população, o Censo visa tirar
uma fotografia detalhada dos brasileiros, mostrando suas principais
caraterísticas socioeconômicas, incluindo idade, sexo, cor ou raça, religião,
escolaridade, renda e saneamento básico dos domicílios.
Até o início de novembro, os recenseadores estarão visitando cada um dos
domicílios do país, incluindo aldeias indígenas. Além disso, pela primeira vez,
os moradores de territórios quilombolas serão contabilizados. A coleta
domiciliar nas áreas indígenas começa em 10 de agosto, e a dos territórios
quilombolas, em 17 de agosto.
Segundo o IBGE, os primeiros resultados do Censo 2022 estão previstos
para serem divulgados ainda no final deste ano. Outras análises e cruzamentos
de dados serão divulgados ao longo de 2023 e 2024.
G1


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