Diante da emergência de saúde global por causa da varíola dos macacos (monkeypox) decretada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a Secretaria de Estado do Rio Grande do Norte (Sesap) montou um fluxo de atendimento para eventuais novos casos da doença.
Embora não existam leitos vazios destinados exclusivamente para a
varíola dos macacos, a pasta orientou os profissionais das duas unidades
referências para doenças infectocontagiosas: o Hospital Giselda Trigueiro, em
Natal, e o Hospital Rafael Fernandes, em Mossoró.
“Desde a nossa primeira reunião de organização da rede do Rio Grande do
Norte em relação à vigilância da monkeypox, nós conversamos com os dois
hospitais de referência, já prevendo a possibilidade de precisar de um leito.
Não existe um leito disponível para, mas existe um fluxo já pensado para
se houver a necessidade, esse paciente vai ter direito a um leito e ao
isolamento”, detalha a subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesap,
Diana Rêgo.

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