Trata-se de um contrato de R$ 1,179 bilhão para a compra de até 176 mil
equipamentos.
O valor supera os cerca de R$ 800 milhões por 180 mil urnas de uma
licitação anterior, vencida pela Positivo em julho de 2020 – esses primeiros
equipamentos encontram-se em produção e deverão ser utilizados já nas eleições
gerais de 2022.
A diferença de preços se deve ao “atual cenário de crise mundial
decorrente do desabastecimento de insumos eletrônicos e seus desdobramentos na cadeia
produtiva e nos preços praticados”, segundo a presidente da Comissão Permanente
de Licitação do TSE, Nathalia dos Santos Costa.
O novo contrato prevê a compra do modelo de urna UE2022, que deverá ser
utilizado somente nas eleições de 2024. Outros produtos e serviços também
deverão ser fornecidos, como a entrega de peças de reposição, novo
desenvolvimento de equipamentos e software básico, bem como a instalação de
mídias de Aplicação e de Resultado.
A Positivo também deve elaborar o projeto para a embalagem das máquinas
e documentos técnicos de especificação, bem como o treinamento, por meio de
kits de desenvolvimento de firmwares.
A compra periódica de novas urnas eletrônicas é necessária para substituir as que se tornam obsoletas. A vida útil estipulada para os equipamentos é de 10 anos ou sua utilização por seis eleições ordinárias seguidas. A previsão é de que em 2022 a Justiça Eleitoral conte com 557 mil urnas.
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