Segundo o ministro, a perda de geração hidrelétrica provocada pela
estiagem no Centro-Sul no fim do ano passado e no início deste ano equivale ao
consumo de energia de uma cidade como o Rio de Janeiro por cerca de cinco
meses.
O ministro classificou a seca como um fenômeno natural, que também
ocorre em “muitos outros países” com a mesma intensidade. No entanto, ressaltou
que a estiagem terá impacto sobre a geração de energia na maior parte do país.
“A nossa condição hidro energética se agravou. O período de chuvas na
Região Sul foi pior que o esperado. Como consequência, o nível dos
reservatórios de nossas usinas hidrelétricas das regiões Sudeste e Centro-Oeste
sofreram redução maior que a prevista”, declarou.


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